Confira os artistas que se apresentarão no palco do VIII Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros:

Orquestra Sanfonica de Mossoró - RN

O grupo foi reunido em 1997 e composto por 17 sanfoneiros que se juntaram após o primeiro concurso de Sanfoneiros de Mossoró. A Orquestra Sanfônica de Mossoró se apresenta em diversas festas de São João do nordeste brasileiro.

Chula de São Brás - BA

O Samba de Chula é uma roda de samba do Recôncavo Baiano que desde 2004 é considerado Patrimônio Oral e Imaterial da Humanidade pela Unesco. A Chula de São Brás é um dos grupos de maior visibilidade do país, e já fez participação em projetos de artistas como Antônio Nóbrega e Maria Bethânia.

Terno de Congo de Catalão

O Terno de Congo Congregação do Rosário de Catalão fazem parte da celebração da Festa de Nossa Senhora do Rosário. A festa acontece a 140 anos na cidade goiana e reúne todos os Ternos de Congo, Catupes Catunda, Vilões, Moçambiques e Penacho de Catalão. No Encontro deste ano eles estarão presente no Reinado de Nossa Senhora do Rosário de Perdões (MG) que será celebrado na Vila de São Jorge.

Terno de Moçambique de Perdões - MG

O Terno de Moçambique de Perdões é uma importante expressão da cultura tradicional brasileira originada das práticas ritualísticas desenvolvidas pelas irmandades de africanos e seus descendentes. Liderados pelo Capitão Julio Antônio, será celebrado um Reinado de coroação dos Reis de Congo no povoado, e ao final uma grande união com os Congos de Catalão, Brasília e Niquelândia.

Boi de Zabumba

O Boi de Zabumba tem suas origens no município de Guimarães, na baixada maranhense. Zambumbas, maracas, tambores de fogo e tambores de fogo dão a sonoridade ao ritmo forte. A base do boi é a história de Catirina e seu desejo de comer língua do boi alegre e dançante do patrão de seu marido. O boi é hoje um dos maiores elementos da história oral nordestina.

Cordel do Fogo Encantado

Pernambucanos de Arco Verde, o Cordel do Fogo Encantado iniciou a apresentação de seus espetáculos em 1997. Desde então, a banda cresceu se apresentando em todo o estado de Pernambuco até se tornarem conhecidos nacionalmente. A apresentação dos shows do Cordel são marcadas por um grande espetáculo de luz, cores e sons que se misturam as letras marcadas pela literatura que marca a região pernambucana. O grupo já se apresentou em vários países e vem pela segunda vez ao Encontro de Culturas trazendo o show do disco Transfiguração.

Opereta Popular - O que é o que é? Faca sem ponta, galinha sem pé? - Doroty Marques e Turma que Faz

A Opereta Popular tem a participação de 80 personagens com idade de 5 a 18 anos, um coral de 30 mães de São Jorge, participação de Dércio Marques e Grupo Raizama sob a direção de Doroty Marques. Maria Mantega, o Véio, o Curupira e Boi Tatá, a Poetisa, o Músico caminham pela Chapada dos Veadeiros descobrindo e aprendendo as brincadeiras populares que foram sendo engolidas pelos tempos modernos. A obra questiona as relações humanas X o mundo virtual.

Djalma Corrêa

O percussionista Djalma Correa se apresenta pela primeira vez na Chapasda dos Veadeiros.Nascido em Ouro Preto, Djalma Correa é filho de músicos mas teve sua formação como percussionista em Salvador. O percussionista participou do espetáculo Os Os Doces Bárbaros de Caetano, Gil, Gal e Bethania, além de participação no disco de Refavela de Gilberto Gil. Juntamente com o tambor de criola, Curraleira, congo e as caxeiras, um grande encontro percussivo será dirigido por ele na Vila de São Jorge.

Roberto Corrêa

O violeiro, compositor e pesquisador Roberto Corrêa é conhecido internacionalmente por sua exaltação da cultura do interior do Brasil. A obra de Corrêa inclui pesquisas sobre as tradições musicais do interior do Brasil, fonte de publicação do primeiro livro de viola editado no Brasil além gravação de discos solo e em parcerias com importantes nomes da música brasileira como Inezita Barroso.

Pereira da Viola

Nascido numa pequena vila no Vale do Mucuri no norte de Minas Gerais, Pereira da Viola começou a tocar com um violão que ganhou de seus irmãos. Tomou gosto pela viola na década de 80, e busca retratar em suas composições o cotidiano do povo brasileiro. Em 17 anos de carreira, Pereira da Viola possui 4 discos lançados, participou do show “Violeiros do Brasil” que reuniu 12 maiores violeiros de todo o país e criou o Encontro Nacional dos Violeiros.

Zambiapunga

O nome Zambiapunga é derivado do Nzambi-a-Mpungu, que é o nome do deus supremo dos povos bantos do baixo Congo. Criado em Nilo Peçanha, na Bahia, o Zambiapunga é um de homens mascarados que saem as ruas na véspera no dia 01 de novembro, dia de todos os Santos,  sua cuícas rusticas, búzios, enxadas, dançando e colorindo a cidade com suas roupas feitas com panos e papeis de seda. O grupo já se apresentou em eventos como a Eco 92 e a PERCPAN, é hoje um dos maiores nomes do folclore baiano.

Badia Medeiros

O violeiro Badia Medeiros se tornou Capitão de Folia do Divino, é dançador de catira e lundu e, além de tocar a viola caipira e o violão, toca também uma sanfoninha de oito baixos. Badia Medeiros também possui uma oficina para consertar instrumentos de corda na cidade de Formosa. Mantém desde 2002 apresentações regulares com Roberto Corrêa.

Caixeiras do Divino

As Caixeiras do Divino do Quilombo de Santa Rosa dos Pretos, trazem para o Encontro de Culturas um Terecô de Caixas, brincadeira associada ao Festejo do Divino que convida a todos para dançar e cantar ao som de sua música. Caixeiras são mulheres que conduzem os rituais para o Divino Espírito Santo no Maranhão cantando e tocando tambores, as Caixas, daí seu nome. Ali o Divino é celebrado em Terreiros de Tambor de Mina, Umbanda, Candomblé, em comunidades quilombolas e em casa de seus devotos, sempre com um grande poder de agregação das comunidades que o celebram.

Catireiros de São João D'Aliança (GO)

Dança tradicional em várias folias realizadas em devoção ao Divino Espírito Santo e ao padroeiro São João Batista, na cidade de São João d'Aliança, a catira tem como objetivo registrar e preservar a cultura da região. O som da viola é acompanhado de diversos enredos e versos improvisados, em compasso com as palmas e o sapateado executado pelos dançadores, que se movimentam em evoluções desenvolvidas em fileiras ou com deslocamentos em círculo.

Comunidade Quilombola do Sítio Histórico Kalunga (GO)

Pela segunda vez o povo Kalunga realiza a Festa do Império Kalunga fora do seu lugar de origem. Fazem parte da celebração o hasteamento do Mastro do Divino, realizado na Igreja de São Jorge, a coroação do imperador, a procissão, a espada do Império, as rezas e ladainhas, além da inscrição para mordomos e imperador da próxima festa. Após a celebração, encerrada com o foguetório, o grupo se reúne para festejar com muita comida, bebida e a tradicional Sussa, dança caracterizada pelos giros das mulheres que equilibram uma garrafa de pinga sobre a cabeça.

Caçada da Rainha de Colina do Sul (GO)

O Divino Espírito Santo e a Nossa Senhora do Rosário são cultuados em diversas regiões do Brasil. Em Colinas do Sul, município de Goiás, essas divindades são celebradas em uma mesma festa que ocorre anualmente na primeira quinzena do mês de julho: a Caçada da Rainha. O ritual de origem afro-brasileira é composto por 11 dias de folia a cavalo, em que dois grupos - a folia do Giro de Cima e a folia do Giro de Baixo - percorrem a região convidando as pessoas para a festa e para os três dias de batuque. O auge da festa acontece no segundo domingo do mês de julho, um dia após a entrega das folias. Ritmos populares como o batuque e o lundu – um dos mais antigos da cultura brasileira, com raízes na cultura africana – fazem parte do festejo.

Violeiros da Chapada – Música de Raiz (GO)

O grupo Violeiro da Chapada foi formado em 2004 em Alto Paraíso por Gecino e Celso. Antigo violeiro da região, o avô de Gecino deixou a vontade de tocar viola a seu neto, que junto com Celso formou o grupo. Ao longo dos anos o grupo ganhou a companhia de Celiomar, Samir e Francisco. O grupo apresenta apresenta sertanejo caipira, sertanejo moder e catira em seu repertório.

Marlui Miranda

Nascida no ceará e criada em Brasília, a cantora e compositora Marlui Miranda começou a estudar música ainda na infância. Seu primeiro álbum, “Olhos D'água” foi lançado em 1979, mas foi depois dele que Marlui começou a se aprofundar nos estudos sobre povos indígenas brasileiros, inciando por Rondônia. Marlui se define como uma compositora que não tem interesse puramente em gravar músicas, seu trabalho é nos bastidores, abrindo caminho para que a música e a cultura indígena ganhasse visibilidade.


Conheça o espaço que o Encontro de Culturas preparou dedicado às artes e ofícios da cultura popular.


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Crônica
PajÚ-Curandeiro Kisibi Sumu

 

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2008. Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros. Um projeto da Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge.
Fotos e matérias podem ser distribuídas desde que citados os créditos da Agência de Notícias Cavaleiro de Jorge e do fotógrafo.

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