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BOI DE RIBAMAR (MA)
O Boi de Ribamar é um dos diversos grupos de Bumba-meu-boi do Maranhão e pertence à Associação Folclórica Ribamarense de Bumba-meu-boi de Matraca, localizada na cidade de São José de Ribamar. A matraca é seu principal instrumento e suas cores são verde, amarelo, azul, branco e vermelho. O grupo se apresenta há cerca de trinta anos nos festejos juninos do Maranhão que reúnem milhares de pessoas.

CAÇADA DA RAINHA DE COLINA DO SUL (GO)
O Divino Espírito Santo e a Nossa Senhora do Rosário são cultuados em diversas regiões do Brasil. Em Colinas do Sul, município de Goiás, essas divindades são celebradas em uma mesma festa que ocorre anualmente na primeira quinzena do mês de julho: a Caçada da Rainha. O ritual de origem afro-brasileira é composto por 11 dias de folia a cavalo, em que dois grupos - a folia do Giro de Cima e a folia do Giro de Baixo - percorrem a região convidando as pessoas para a festa e para os três dias de batuque. O auge da festa acontece no segundo domingo do mês de julho, um dia após a entrega das folias. Ritmos populares como o batuque e o lundu – um dos mais antigos da cultura brasileira, com raízes na cultura africana – fazem parte do festejo.

CAIXEIRAS DO DIVINO (MA)
As Caixeiras do Divino recebem esse nome por tocar caixa, tambor feito à mão, com troncos escavados cobertos com couro de cabra. São mulheres que moram em regiões pobres, quilombos e comunidades remanescentes. Elas estão à frente das festas do Divino Espírito Santo que, geralmente, são conduzidas por homens. São sacerdotisas desse culto nos terreiros das religiões afrodescendentes.

CATIREIROS DA CHAPADA DOS VEADEIROS (GO)
O grupo se apresenta em várias festas de cultura popular da região, acompanhado dos Violeiros da Chapada. Trazem a beleza e sonoridade da catira, dança típica do estado de Goiás.

CATIREIROS DE SÃO JOÃO D’ALIANÇA (GO)
Dança tradicional em várias folias realizadas em devoção ao Divino Espírito Santo e ao padroeiro São João Batista, na cidade de São João D'Aliança, a catira tem como objetivo registrar e preservar a cultura da região. O som da viola é acompanhado de diversos enredos e versos improvisados, em compasso com as palmas e o sapateado executado pelos dançadores, que se movimentam em evoluções desenvolvidas em fileiras ou com deslocamentos em círculo.

CIRCO LAHETO (GO)
O Circo Laheto naceu em 1980, a partir de um trabalho cultural ligado à Prelazia de São Félix do Araguaia. O Grupo se articulava montando peças teatrais e contando as experiências vividas do povo daquela região tendo como base: identificar e fomentar a criação artística da comunidade, além de capacitar agentes culturais e criar núcleos culturais. Hoje em Goiânia, o grupo mantém, por meio de uma escola de circo, sua preocupação com as populações de vulnerabilidade sócioeconômica.

CONGO DE NIQUELÂNDIA (GO)
Tradição afro-brasileira nascida em um quilombo chamado Xambá, onde viviam negros fugidos das senzalas Vila Boa (Cidade de Goiás), Meia Ponte (Pirenópolis) e São Félix (Cavalcante), todos em Goiás.  A Congada da Irmandade de Santa Efigênia é uma manifestação cultural e religiosa em louvor a Santa Efigênia e Nossa Senhora do Carmo. Com mais de 250 anos, o Congo de Niquelândia é o único no país a utilizar penachos na cabeça compondo sua indumentária. Esse diferencial surgiu da aproximação com os índios Avá-Canoeiro que viviam na região.

COMUNIDADE QUILIMBOLA DO SÍTIO HISTÓRICO KALUNGA (GO)
Mais uma vez o povo Kalunga realiza a Festa do Império Kalunga fora do seu lugar de origem. Fazem parte da celebração o hasteamento do Mastro do Divino, realizado na Igreja de São Jorge, a coroação do imperador, a procissão, a espada do Império, as rezas e ladainhas, além da inscrição para mordomos e imperador da próxima festa. Após a celebração, encerrada com o foguetório, o grupo se reúne para festejar com muita comida, bebida e a tradicional Sussa, dança caracterizada pelos giros das mulheres que equilibram uma garrafa de pinga sobre a cabeça.

DÉRCIO MARQUES
A voz e a viola de Dércio Marques encantam a todos que o vêem se apresentar. Com suas letras sempre relacionadas ao meio ambiente e às questões sociais, um dos mestres da viola mostra como a arte faz parte de sua vida. A infinidade de temas abordados é apresentada por meio de um repertório totalmente improvisado, escolhido de acordo com o público presente.

FOLIA DO DIVINO DE FORMOSA (GO)
A Folia do Divino Espírito Santo é uma das mais importantes do calendário da cidade Formosa. A Folia se manifesta como um festejo, recheado de ritos, crenças, expressões estéticas, performances, rezas e danças regionais. Ela é formada por manifestações culturais tradicionais comuns entre as comunidades, transmitidas com base na memória coletiva e na oralidade. Em Formosa ocorrem duas folias separadas: a Folia da Cidade e a Folia da Roça. Ambas ocorrem simultaneamente e só se unem no sábado, véspera de Pentecostes.

MAMOUR BA E ELHADJI BA (Senegal)
Mamour Ba é senegalês e se dedica à música desde os sete anos de idade. É músico, compositor, cantor, arranjador, educador, bailarino e percussionista em todos os instrumentos africanos de percussão. Seu filho, Cheikh Ba, iniciou os estudos musicais de linguagem universal com ele e hoje é solista e tecladista do Conexão African Beat, grupo idealizado e dirigido por Mamour.

MARACATU LEÃO COROADO (PE)
O Maracatu Leão Coroado representa uma manifestação típica do carnaval de Recife e de sua região metropolitana. O grupo existe há 145 anos e é considerado o mais tradicional de Pernambuco. O Leão Coroado é um maracatu de baque virado e representa a coroação dos reis e rainhas dos escravos durante o século XVII.

MARACATU PIABA DE OURO (PE)
Maracatu de Baque Solto, também chamado de Maracatu de Orquestra ou Rural, tem suas origens na segunda metade do século passado e é uma fusão de vários folguedos do interior de Pernambuco, especialmente da zona canavieira. Seu personagem principal são os caboclos de lança que têm o rosto tingido. Entre seus passos característicos está um duelo fictício, em que são utilizadas lanças de mais de dois metros de comprimento. Rápido e vigoroso, esse duelo lembra, pelas batidas das lanças, as danças de espada ou de bastão.

NANÁ VASCONCELOS (PE)
Escolhido oito vezes como melhor percussionista do mundo. Tocando quase todos os instrumentos de percussão, Naná Vasconcelos excursionou com grandes nomes da música dentro e fora do Brasil. Nos anos 60 especializou-se no berimbau, sendo o principal responsável pela divulgação do instrumento no exterior. Com mais de trinta CDs gravados, trilhas sonoras de filmes e trabalhos com instrumentos eletrônicos, Naná Vasconcelos se apresenta no IX Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, mostrando toda a influência do som nordestino em suas músicas.

OPERETA TURMA QUE FAZ (GO)
O projeto Turma que Faz apresenta a opereta Crinaná com músicas do CD de mesmo nome, gravado durante o mês de maio. Dança, teatro, música e cinema serão utilizados na apresentação que é coordenada pela musicista e arte-educadora Doroty Marques. A história contada este ano é a busca por um mundo em que a sociedade se preocupa em dividir e fazer trocas, sempre respeitando a natureza.

TAMBOR DE GAMBÁ (AM)
O Tambor de Gambá é construído por brincantes, um “marcador”, um grupo de quatro cantores, uma mulher solista e seu parceiro. Os demais formam uma roda ou duas fileiras que envolvem o par so-lista e batem palmas no ritmo executado no “Gambá”, um tambor feito de tronco de árvore com cerca de um metro de comprimento.

TAMBOR DE CRIOULA (MA)
O Tambor de Crioula é uma dança afro-brasileira encontrada no Estado do Maranhão e praticada por descendentes de africanos. A principal característica coreográfica da dança é a formação de um círculo com solistas dançando alternadamente no centro. Um de seus traços distintivos é a Punga ou Pungada, (a umbigada). A música que acompanha a dança é tocada por três tambores de madeira com couro preso por cravelhas em uma das extremidades e fixados por fricção.

TERNO DE CONGO DE CATALÃO (GO)
O Terno de Congo Congregação do Rosário de Catalão faz parte da celebração da Festa de Nossa Senhora do Rosário. A festa acontece há 140 anos na cidade goiana e reúne todos os Ternos de Congo, Catupés, Vilões, Moçambiques e Penacho de Catalão.

UNIÃO DAS ALDEIAS KRAHÔ (TO)
A rica cultura dos Krahôs, povo indígena que habita o nordeste do estado do Tocantins, entre os municípios de Itacajá e Goiantins, maior área de cerrado preservado do Brasil, mais uma vez poderá ser vista no IX Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros. Este ano eles alegram o público com o Katoré, manifestação recheada com suas danças e cantigas tradicionais, arrancam risadas com os Hotxûas – Palhaços Sagrados – e surpreendem a todos com a corrida de toras de buriti, em que os homens da aldeia se dividem em dois grupos, revezando de ombro a ombro uma tora de 80 kg.

VIOLEIROS DA CHAPADA (GO)
Vindos de Alto Paraíso, os violeiros da Chapada tocam a moda de viola de raiz, acompanhados pela sonoridade dos Catireiros da Chapada dos Veadeiros.

ZÉ MULATO E CASSIANO (DF)
Violeiros, cantadores e compositores, a dupla Zé Mulato e Cassiano mostra músicas de seu último CD, Dias Melhores. Suas canções tipicamente caipiras são um misto de sabedoria, bom humor, críticas, sentimentos, protestos, anseios e detalhes da vida no campo. Durante o show, a dupla conta ainda seus famosos causos que arrancam risos da platéia.

 

Conheça a Vila de São Jorge, palco do Encontro de Culturas e entrada do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros:

Como chegar, mapa da cidade
Pousadas, chalés e campings
Restaurantes, lanches e bares


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Interação aumenta a cada dia na III Aldeia Multiétnica

3099 visualizações - 03/07/2009
Fórum de Culturas Tradicionais do Estado de Goiás

   
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2004 - 2009. Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros. Um projeto da Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge e Asjor.
Fotos e matérias podem ser distribuídas desde que citados os créditos da Agência de Notícias Cavaleiro de Jorge e do fotógrafo.
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